ANATEL publica Consulta Pública com mudanças profundas no Regulamento do Serviço de Radioamador

ANATEL publica Consulta Pública com mudanças profundas no Regulamento do Serviço de Radioamador

A Agência Nacional de Telecomunicações, ANATEL, publicou em 02/06/2022 uma nova Consulta Pública, de número 41, que versa sobre a consolidação dos diversos serviços de telecomunicações numa única resolução. Dentre os serviços afetados, está o de Radioamador. A proposta ficará disponível para contribuições da sociedade por 60 dias e terá uma audiência pública para permitir a participação online dos interessados. A proposta, juntamente com as contribuições da sociedade, seguirão para apreciação pelo Conselho Diretor e posterior publicação final, no momento sem prazo para acontecer.

Dentre as novidades, destacamos algo bastante comentado por toda nossa comunidade: o fim da exigência da Telegrafia dentre os exames para classe B e sua contrapartida, um novo critério para promoção tanto à classe B quanto à classe A: Participação em eventos ou cursos relacionados ao radioamadorismo e comprovação de comunicados realizados nos diversos modos de operação e bandas disponíveis. Na proposta, a comprovação de QSOs se dará por meio do LoTW, refletindo o entendimento de que o radioamador deve ser atuante e não apenas um “portador de licença”.

Outros pontos importantes da proposta está a criação de novos tipos de estação, como a estação RETRANSMISSORA, a AUTÔNOMA e a ESPACIAL, o aumento do tempo do “timer” das repetidoras, que passa de 3 para 10 minutos, a possibilidade de operação de estações tipo 4 e 5 (repetidoras e retransmissoras) por até 30 dias sem necessidade de licenciamento, útil em situações de emergência ou em testes por exemplo, a permissão expressa para que radioamadores classes A e B possam modificar seus equipamentos, desde que não ultrapassem os limites preestabelecidos, cabendo, neste caso, a homologação obrigatória, e a fixação de limite para a concessão de indicativos especiais, os quais só poderão ser concedidos ao mesmo radioamador por no máximo 90 dias e apenas uma vez a cada ano.

Além destes pontos constantes no trecho referente ao Radioamadorismo, a ANATEL também propõe, dentro do trecho referente à Faixa do Cidadão, que radioamadores devidamente licenciados possam operar, inclusive utilizando o seu próprio indicativo de radioamador, dentro dentro desta faixa sem a necessidade de efetuar cadastro específico, bastando apenas atender aos requisitos quanto aos equipamentos, como potência máxima, canalização, homologação, etc, que são específicos para esta faixa.

A LABRE tem colaborado com a Agência desde que foi comunicada de que a atual resolução que rege nosso Serviço, de número 449 e em vigor desde 2006, estava na agenda para ser reformulada. Desde então, temos nos reunido inúmeras vezes com o pessoal da ANATEL para sugestões e esclarecimentos mútuos, onde procuramos demonstrar a necessidade de certas mudanças. A LABRE está ciente das modificações sugeridas pela ANATEL no texto da Consulta Pública e em breve publicará orientações e explicações sobre estes pontos de forma a nortear e esclarecer aos interessados e fomentar a participação de todos, de forma que tenhamos uma nova Norma regulatória que reflita os nossos anseios e que esteja alinhada tanto com o espírito do radioamadorismo, o qual é atemporal e internacional, como também com os avanços que a modernidade tem trazido para o nosso meio.

Para conhecer a proposta contida na Consulta Pública 41/2022, acesse o link:

 

https://apps.anatel.gov.br/ParticipaAnatel/VisualizarTextoConsulta.aspx?ConsultaId=10021

 

Os artigos referentes ao Serviço de Radioamador são os de Nº 300 até 343.

Comentários (139)

  • Omar Azevedo Reply

    Pelo fim de exames de telegrafia, seguindo as regras internacionais, sendo a mudança de classe, por tempo e quantidade de contatos realizados,

    11 de junho de 2022 at 04:08
    • Marcos Antônio Fialho Reply

      Sim, concordo com a obrigatoriedade pois isto não tem tanta importância como a legislacao e a etica operacional.
      Poderia também ser usado o qrz para fins de análise para promoção de classe uma vez que o quer dizer confirma os contatos feitos nos diversos modos e bandas do rádio amadorismo.

      11 de junho de 2022 at 04:49
      • Isaque c.s Reply

        Concordo plenamente na extinção da telegrafia…

        11 de junho de 2022 at 17:59
        • Wanderson Teixeira Simões Reply

          Pela extinção dos exames de telegrafia, seguindo as normas internacionais, sendo a promoção de classe, por tempo e quantidade de contatos realizados e comprovados.

          15 de junho de 2022 at 22:31
    • Mauro Ramos Reply

      Fim da existência do CW para classe B já muitos países já deixaram esta modalidade. Maiores fiscalizações nos repetidores de vhf ,já que os mesmos estão havendo muito desrespeito com palavrões e falta de ética meu indicativo de chamada e Pu1kbc.

      11 de junho de 2022 at 06:23
      • Carlos Faria Reply

        Parabéns falou pouco mas falou honito

        11 de junho de 2022 at 09:35
        • João Maria viana Reply

          Eu acho que o CW deveria ser voluntário.

          11 de junho de 2022 at 14:35
          • José Wilson Santos de Aragão

            Sim, acho que não deveria ter,cw para fazer a mudança pra todos as categorias de rádio amadores.
            Deveria ter alguma coisa de melhor proveito.

            13 de junho de 2022 at 10:56
          • Hideraldo Luiz

            Graças a Deus Fim da exigência de CW ….

            13 de junho de 2022 at 19:49
          • PU3 AHJ

            Sou contra a obrigatoriedade como quesito para promoção de classe. Acho que deve continuar existindo, mas como só será utilizado por quem souber e quando quiser utilizar reforço minha opinião conte obrigatoriedade. Acredito piamente que a maioria quer promoção para classe B, estudando as demais provas, para poder suprir a necessidade de operar em outras faixas legalmente que até então não são permitidas a classe C.

            14 de junho de 2022 at 01:22
      • Carlos Faria Reply

        Parabéns falou pouco mas falou honito, é lamentável este tipo de atitude de “supostos” radioamadores – PU2RXA

        11 de junho de 2022 at 09:36
      • Jorge Rocha ribeiro Reply

        Concordo plenamente para q a classe de radioamador não se acabe no pais

        11 de junho de 2022 at 13:00
        • Wilson,PU6-AJW Reply

          Acho que não deveria ter cw para o radioamadores pra mudar de categoria B.

          16 de junho de 2022 at 19:46
    • Carlos Wagner Reply

      Bom dia,
      De cara, uns dois tiros no pé.
      O cara que não sabe CW, também, muitas vezes, nem sabe que existe LOTW, tipo de cadastramento, nível médio de entendimento de informatica, para colocar isso para funcionar. Além do que, confiar essa tarefa em uma ferramenta que não é nacional, para este efeito a Anatel deveria criar instrumentos para comprovação da atividade e não confiar em instrumentos de terceiros.
      Agora vão aparecer aqueles que vão dizer que não sabem informática e não conseguem aprender, vai vendo.

      11 de junho de 2022 at 08:33
      • Leandro Lemos PY2LKP Reply

        Falou tudo👍👍👍…já q não querem aprender o básico de CW então se virem com as outras cobranças que virão,muita gente desinteressada fazendo barulho…

        11 de junho de 2022 at 09:18
        • LUIZ ANTONIO FERREIRA Reply

          Tirar prova de de telegrafia e dificultar de outra maneira? Obrigado a ter LoTW ou outra maneira de provar experiência? É só tirar a prova de telegrafia que é uma modalidade e manter as provas que já tinham de qualificação técnica que o indivíduo que gosta do radioamadorismo vai crescendo naturalmente.

          24 de junho de 2022 at 22:29
      • Ademilton da Silva Leite Reply

        Finalmente o CW se tornará uma modalidade como outra qualquer.
        Discordo da participação no Low-tow, nada tem a ver com o Brasil, que seja então um conteste Brasileiro algo que enalteça o nosso país sejamos patriotas gente, não vamos copiar coisas dos outros. Não precisamos ficar criando dificuldades absurdas se há Legislação, Etica Operacional, Eletrônica e Modos Digitais para serem exploradas nas provas…..para que ficar inventando modas?

        11 de junho de 2022 at 09:36
        • Valdemir José Martins Reply

          Concordo plenamente com o fim do cw para promoção de classe aja visto que temos grandes rádios amadores que tem uma dificuldade para tar estudando mais quando você olha o qrz.com do amigo tem muitos contatos confirmados nacionais e internacionais na fonia que sabemos a dificuldade que é então no meu ponto de vista uma pessoa dessas é merecedor de ser um classe a ou b porque temos hoje muitos amigos que conseguiram passar na prova de promoção de classe por estatus mais não fazem dx não tem qrz lotw não tem um diário de bordo um livro de qso é simplesmente um classe A/B porque fez cw e nada mais

          13 de junho de 2022 at 09:55
        • Antoni Karol dianovsky Reply

          Concordo com a extinção do cw aprende que tem interesse agora comprovar operacao em uma plataforma que emite diploma carissimos o lotw nem brasileiro e temos o QRZ club log hrdlog eqsl hamlog entre outros porque o lotw eu realmente prefiro o lotw pois ea onde esta o dxcc mas e cobrado em dollar .quanto a provar o que vai ter de gente vendendo diploma tudo vai ter dioloma de participacao acho que so tirar o cw e aumentar a cobrança em radioeletricidade etica e legislacao com apostila e nao com perguntas que todos ja conhecem caso contrario vamos encher as freq de RA despreparados fazendo rodadas nacfreq de dx .

          13 de junho de 2022 at 10:01
        • José Wilson Santos de Aragão Reply

          Não deveria ter cw para categoria B .

          13 de junho de 2022 at 10:57
      • Cláudio Reply

        Te obrigar a participar de contestes é um absurdo. Coisa de quem não tem o que fazer. Sou radioamador Classe A, técnico em eletrônica, e meu alvo, além de comunicação, é realizar experimentos com antenas e transmissores. Não tenho tempo para contestes, acho legal, mas não tenho tempo, e nessa situação tem muitos iguais a mim.

        11 de junho de 2022 at 12:41
        • Assessoria de Comunicação Reply

          Pela proposta ninguém será obrigado a ter LoTW. Há outros meios de comprovar experiência. Leia.

          11 de junho de 2022 at 15:45
          • Marcos Gomes Maia

            Sim concordo com a não obrigatoriedade do cw pra promoção de classe.

            13 de junho de 2022 at 06:10
        • Luciano PY2LP Reply

          Concordo. Tbm sou radioamador de ferro de solda. Nao tenho interesse algum em contestes. somente dx quando eu bem entender.

          12 de junho de 2022 at 22:22
        • AURELIO ZITO SCHWARTZ NICOLADELI Reply

          Cw como modo pra quem gosta e nao como filtro para aprovaçao ou desaprovaçao em prova da Anatel….

          13 de junho de 2022 at 06:15
      • Luiz Antônio Ferreira Reply

        O cara vive em região que não tem internet, tem boas práticas de radioamadorismo, segue as regras não tem celular e não tem computador e nem rede elétrica, aí precisa falar nos 40m ou outra faixa que na categoria C não tem permissão. Esse é o perfil de muita gente. LOTW ? Americano? Fazer um exame de CW para nunca usar?

        11 de junho de 2022 at 14:38
        • Danilo Cruz Pessanha de Almeida Reply

          Deixem o CW em paz, estuda ele quem quer, sou totalmente contra essa obrigatoriedades, tbm não sou a favor do LOTW.

          15 de junho de 2022 at 09:54
      • Marco Aurélio Silva Rodrigues PU2F Reply

        Discordo amigo, la fora há modalidades para radioescutas e montadores, como podemos testar equipamentos se nao temos acesso às faixas, o CW é apenas uma modalidade não indispensável para a realização do Hoby, quando à falta de conhecimento em internet concordo com vice que é indispensável, o radioamador é uma pessoa curiosa.

        11 de junho de 2022 at 15:56
      • Ricardo Benedito Reply

        Carlos, concordo plenamente. Minha contribuição na consulta foi nesse sentido, até porque o LOTW é financiado por uma empresa privada (Yaesu). Sem falar nas fraudes que virão por aí, contatos fechados via SDR, pá pá pá. Sugiro você postar sua contribuição na consulta, caso não o tenha feito. 73 de PY2QB.

        12 de junho de 2022 at 02:27
      • Fernando Azevedo Reply

        Parabéns aos envolvidos! Está na hora do Brasil evoluir assim como fizeram em países de primeiro mundo!

        12 de junho de 2022 at 13:26
    • Ricardo Nóbrega Guimarães Reply

      O Serviço de Radioamador por se tratar de um hobby técnico-científico e de um serviço de telecomunicações deveria estar sujeito sim a atualização e inovação para sua formação face as novas tecnologias. Já se passaram 98 anos, desde a sua regulamentação no Brasil, sendo a telegrafia uma entre as dezenas de modalidades de transmissão vigentes, todas importantes e com suas particularidades; mas ainda sendo utilizada como parâmetro restritivo para mudança de classe. Nesse mesmo período, os currículos escolares sofreram sucessivas modificações (válvula, componentes eletrônicos discretos, CI, redes de computadores, pequenas placas de ARM/FPGA com poderosos recursos, estes últimos, já embutidos nos novos rádios, computação quântica, etc…). Além disso, tão ou até mais importante que o domínio da técnica dessa modalidade, faz-se necessário saber utilizar corretamente os recursos dos rádios, as técnicas de sua instalação e medição, com instrumentos de medição para SWR / PIM. No entanto, não são exigências para mudança de classe! Apenas conhecimento de telegrafia habilita o radioamador passar a utilizar 1000W de potência? Pelo exposto, sou favorável a retirada da exigência de telegrafia para mudança de classe.

      11 de junho de 2022 at 11:57
    • Thiago Reply

      Voto pelo fim do CW. Acredito que dará nova vida ao radioamadorismo, trazendo novos adeptos para o hobby / ciência.

      18 de junho de 2022 at 01:29
  • Omar Azevedo Reply

    Pelo fim de telegrafia e CW, usando para mudança de classe, quantidade de contatos e tempo de inscrição na Anatel.

    11 de junho de 2022 at 04:10
    • Wueber Junior de Araújo Reply

      Fim da exigência do cw e telegrafia para migração de classes b,pois em dias modernos tem que motivar os jovens.

      11 de junho de 2022 at 06:45
    • Fábio Luiz carvalho Reply

      Bom.dia eu acho que seria bom pra quem está querendo passa de classe como eu e milhão de radiomardo eu aqui sou pu1pli

      11 de junho de 2022 at 09:01
    • Hugo Rangel Reply

      Prezados Senhores!
      Acredito que se tivermos uma classe especial para CW, para quem gosta, em ocasiões especiais e como reserva de contingente com está habilidade; então concluo que não sou a favor de extinguir o CW, passando todos os capacitados em CW automaticamente para classe especial.
      As demais classes continuariam mas sem a exigência do CW, o que todos querem ao que parece.
      Simples indolor e eficaz, é difícil compreender isto.

      11 de junho de 2022 at 15:26
  • Mauro Ramos Reply

    Fim da existência do CW para classe B já muitos países já deixaram esta modalidade. Maiores fiscalizações nos repetidores de vhf ,já que os mesmos estão havendo muito desrespeito com palavrões e falta de ética meu indicativo de chamada e Pu1kbc.

    11 de junho de 2022 at 06:23
    • Carlos Roberto Reply

      Séria interessante mesmo não ser obrigatório ter o cw nessa divisão de água na avaliação da prova ,o certo era ser opcional ou mudar tem classe A aí que não sabe se quer soldar um simples conector.

      11 de junho de 2022 at 10:55
  • Benjamim Marques do couto junior Reply

    Parabéns se acabar o CW deve aumentar o número de radio amadores, e diminuir a cldestinidade , concordo plenamente que esse artigo.

    11 de junho de 2022 at 06:32
  • Junior de Araújo Reply

    Fim da exigência do cw e telegrafia para migração de classes b,pois em dias modernos tem que motivar os jovens.

    11 de junho de 2022 at 06:47
  • Paulo Roberto marmentini Reply

    Fim do CW para classe B para segmento das tendências mundiais e para maior movimentação das faixas.

    11 de junho de 2022 at 07:03
  • Fernando Brito Reply

    Finalmente com o fim do CW vamos povoar nossas faixas e retornar aos bons tempos.
    PT7FB

    11 de junho de 2022 at 07:08
  • Leonardo Barbosa Bezerra Reply

    Vocês querem acabar de vez com o radioamadorismo brasileiro. Já não basta essas provas online que são uma bananada e agora vem com essa. Entrega logo as bandas de presente para quem não quer nada com o hobby. O CW é um divisor de águas. Se você não consegue aprender que fique estacionado na classe iniciante. Pela manutenção da telegrafia na ascensão de classes.

    11 de junho de 2022 at 07:28
    • Paulo Reply

      Pela manutenção do cw

      11 de junho de 2022 at 09:53
      • Roberto Bueno da Silva Reply

        Pelo fim da exigência do CW.
        Que além da consulta na LOTW também se consulte o QRZ.
        Oitenta por cento dos radioamadores Classe B não sabem e nem utilizam CW .

        12 de junho de 2022 at 16:21
        • Edson da silva Reply

          Pelo fim da obrigação de ter prova de cw pois tem muitos ham quê só fazem para somente subir de classe.

          16 de junho de 2022 at 22:28
        • Juarez Machado Reply

          Acho uma besteira essa exigência de cw,pois é só mesmo pra fazer a prova,pois conheço colegas rádio amadores.. que nem lembra mais como usar o cw , acho que muitos colegas vão fazer promoção de classe, assim como eu, sou de POA RS ,PU 3 JMT .

          26 de junho de 2022 at 06:51
      • Gustavo Carlo Reply

        Precisamos melhorar no radioamadorismo, em nenhum momento a Anatel disse que iria extinguir a modalidade de CW. Em outros países onde o CW deixou de fazer parte da prova de ingresso para radioamador, o serviço se tornou mais atrativo e milhares de novos radioamadores surgiram. Mudanças sempre vem para melhor, vamos mudar tudo sim.

        24 de junho de 2022 at 09:43
    • Cézar Reply

      CW tem que ser opcional mesmo. A maioria só decora pra fazer a prova, e depois nunca mais usa. É um tipo de coisa que só deve ficar como curiosidade mesmo.

      11 de junho de 2022 at 13:06
    • Ademilton da Silva Leite Reply

      Não chora não cabra, a seleção usando o CW diminuiu nosso contingente de 60.000 para 30.800 radioamadores, daqui a pouco fecharemos as portas…..
      O mundo mudou precisamos nos adaptar como fez as forças armadas e os setores de telecomunicação. Vá aprender a usar o FT8, PSK, RTTY…….chega de protecionismo……vamos à frente ANATEL que o Brasil tem pressa….quem não gostar cancela o indicativo.

      11 de junho de 2022 at 14:50
  • Francisco Pereira Santiago Reply

    Pelo o fim da exigência do cw na mudança de classe C/B. Incluindo algo novo, tempo de lançamento, conhecimento eletrônico, bem como homologação obrigatória etc…

    11 de junho de 2022 at 07:30
  • Anderson Reply

    Muito bom meu amigo

    11 de junho de 2022 at 07:30
  • Max Reply

    Em análise propia,vejo que quem torce nariz para os modos digitais, conhecido como FT8/T4/JT65 etc . Terão que se desdobrar pois precisa de conhecimento em informática Mesmo o coleguinha já tenha instalado via remoto. Outra coisa essa validação do lotw via carta tem gente na fila a 8 meses, vcs vão dizer a mais tem o SR Cláudio quê é validador, se põe no lugar do cara já conclui. Sabendo dos preços elevados dos equipamentos ,(supondo ) que precisaria de 100dxcc. Com 100w e uma antena básica conseguiria?. O pessoal que pede o fim do cw vão implorar a volta. Observação eu tbm era a favor.

    11 de junho de 2022 at 07:33
  • JOAO BATISTA GUIMARAES MENDONCA Reply

    Precisamos consolidat a lei da antena, tornando-a mais efetiva e assegurando a instalação das antenas de RA em prédios.
    Assegurar aos Radioamadores a locais de controle do estado cujos acessos é por criterios individuais e submetido a mero entendimetos de cada responsável.

    11 de junho de 2022 at 07:59
  • Manoel Alfredo Ferreira Neves Reply

    Bom dia
    Acho que o fim do CW para a mudança de classe e um avanço no rádio amadorismo.
    Sou a favor pois sou classe C a muitos anos e como eu temos vários rádios amadores que também estão aguardando o fim do CW para a mudança de classe.

    11 de junho de 2022 at 08:12
  • Leonardo Zucon Reply

    É um grande absurdo limitar o indicativo especial por 90 dias, tem concursos o ano todo e muitos deles a importância de estar com indicativo especial é grande, e outra modificação de tirar o CW vai destruir o radioamadorismo no Brasil definitivamente, permitindo que muitos clandestinos entrem na faixa e transformando o radioamadorismo em uma bagunça, estas pessoas devem aprender entrar pela porta do conhecimento, educação e com organização . Tem que voltar os moldes anteriores, para fazer as pessoas ler estudar e aprender técnicas operacionas , ética operacional, radioeletricidade , telegrafia, e aprender na essência o que cada parte da sua estação tem como função e importância.

    11 de junho de 2022 at 08:16
  • Claudio castilho Reply

    Vamos ter mais pessoas interessadas no hobby após o término do cw

    11 de junho de 2022 at 08:22
  • Jucivaldo Rodrigues dos Santos Reply

    Bom dia e como o colega.falou outros países não estão mais usando cw pois vamos renovar também aqui no Brasil ,se os companheiros quiser falar em cw que não seja proibido.mais que não seja aplicada nas provas pra mudança.de classe pois. são muitos rádio amadores classe c querendo fazer pra classe B e tendo dificuldade até porque essa modalidade não se usa mais em lugar nenhum como meio de comunicação , exceto.so entre os rádios amadores da antiga mesmo mudança já obrigado

    11 de junho de 2022 at 08:32
  • Jardel queiroz Reply

    Acho que para classe B poderia sim excluir a obrigatoriedade do CW, ou simplesmente haver somente classe A e C aumentando o ranger de operação da classe C, forte 73 PU4JCQ

    11 de junho de 2022 at 08:35
  • Ricardo oliveira Reply

    muitos radioamadores classe A e B nao querem que retirem a prova de cw, pq vao acabar com panelinha dos exibidos pq eu tenho fazenda ali acola, que nao sei quem comprou bmw, e por ai vai, panelinha dos 40 metros , que nao dao nem espaço de cambio entre um e outro trabalham com vox, e sdr

    11 de junho de 2022 at 08:36
  • Carlos Eduardo Reply

    Acho que o que faz o Radioamador não e o CW falo por mim , e membros do Granf que sempre mantemos repetidoras no ar , eventos , ajuda a entidades , participação em catástrofes e muito mais , aí o CW limita outras bandas , existem PUS que sao mais ativos que PY que não contribuem em nada e ridículo limitar as faixas só porque não sabemos CW kkkk, e aí será que todos os PY sabem montar uma repetidora , afinar cavidades e etc .
    Acho que cada um faz a modalidade que o agrada e sou a favor até de todos serem PY e fome tar as outras bandas , pensem em um cara que tem dificuldade. Rádio eletricidade mas sabe CW , e o que dava de eletrônica mas não gosta do CW , enfim as bandas iam ter mais participações e teríamos mais colegas em HF.

    11 de junho de 2022 at 08:48
  • Francisco Marcondes Reply

    Estamos em pleno século 21 onde há tecnologia para decifrar e fazer CW .. porque a vaidade de alguns… vamos evoluir..

    11 de junho de 2022 at 08:51
  • Aurélio de Pádua Reply

    Pelo fim do uso do CW para mudança de classe, em contra partida, provas técnicas como e elétrica e eletrônica será mais adequado do que usar uma ferramenta de terceiro, pois o intendimento técnico trás mais benefícios no intuito de mostrar que o rádioamador intende do que está sento ligado e colocado no ar.

    11 de junho de 2022 at 09:02
  • Agnaldo Reply

    Espero poucos conflitos mas que crie mas atividades regulamentadas para o radioamador para esse migre para outras classes tipo participações em grupos ativos em operações a qual esses sejam necessários .
    O fim do CW pode sim ocorrer.

    11 de junho de 2022 at 09:05
  • Sérgio leite Reply

    Telegrafia é uma modalidade de transmissão não e uma disciplina para troca de classe

    11 de junho de 2022 at 09:07
  • Paulo César Pinto Reply

    O fim da obrigação do CW para mudança de classe de C para B vai aumenta de modo significativo o nero de rádioamadores tentando prestar o exame e renovar o estimolo de cqda classe C.

    11 de junho de 2022 at 09:31
  • José Tadeu Rodrigues Franco PU2LNH Reply

    Essas pessoas que são contra as mudanças no radioamadorismo, que fiquem parados no tempo, sozinhos, com seus égos e Deltas, da vida.
    Mudanças já.
    Renovar ou morrer, vamos renovar.

    11 de junho de 2022 at 09:46
  • Frederico Baldo Reply

    Pelo fim do CW apoio totalmente!!! Parabéns pela inciativa da Anatel!!

    11 de junho de 2022 at 09:49
  • Edevarde Jr Reply

    A labre já tinha barrado a CP26 em 2021 da Anatel que ia de encontro com os interesses da mesma. Agora vemos a labre fazer ou impor suas regras junto a Anatel, pois a mesma está perdendo espaço para outras entidades, que fazem mais pelo Radioamadorismo Brasileiro.

    11 de junho de 2022 at 09:57
    • Jailson Pereira pinto Reply

      Sou contra aí fim do cw .acho que e a arma do incompetente.#vamosestudar . Py1QA

      11 de junho de 2022 at 15:18
  • Rilke Marconi Pinto Thaumaturgo Reply

    Parabéns pela a iniciativa , hoje o radio amadorismo parou no tempo, se analisarmos só têm usuários antigos , a juventude perdeu o interesse por esse hobby , o cw é importante mais não pode ser um filtro ou uma barreira de diferenças entre classes, fonia é fonia em qualquer banda , então que o cw seja opcional.

    11 de junho de 2022 at 10:04
  • Carlos Torres Reply

    Telegrafia é modalidade extremamente útil para emergências, basta ver a história. Mas não deve ser impeditivo para promoção de classe. Outros conhecimentos deverão ser mais exigidos como radioeletricidade, ética operacional e aumento de tempo entre provas de mudança de classe com comprovação de atuação na prática do hobby

    11 de junho de 2022 at 10:06
  • Ildo José comin Reply

    Apoiado

    11 de junho de 2022 at 10:13
  • JOSE LEONI JANCZAK Reply

    Sou a favor do fim do cw para promoção. Cw é uma escolha técnica e pessoal e um modo de operação como qualquer outro. Se queremos qualificar melhor o radioamadorismo, incentivando o progresso pessoal, a ênfase, tanto nas provas iniciais como nas de promoção, deve ser nas questões éticas, de legislação e de técnica. Conheço vários classe A que não distingue um diodo de silício para um de germânio.
    PU3DXX, José Leoni Janczak

    11 de junho de 2022 at 10:14
  • Wilson Dantas Moreira Reply

    Pelo fim do exame para telegrafia e sim para muldança de classe por tempo de RA com a comprovação de participação em instituições de Radioamadorismo .

    11 de junho de 2022 at 10:20
  • Sebastião de paula santos Reply

    ,Participação em eventos ou cursos relacionados ao radioamadorismo e comprovação de comunicados realizados nos diversos modos de operação e bandas disponíveis. Na proposta, a comprovação de QSOs se dará por meio do LoTW, refletindo o entendimento de que o radioamador deve ser atuante e não apenas um “portador de licença”.
    OBRIGAR QUALQUER PESSOA A FAZER ALGO EM TROCA DE UMA PROMOÇÃO E INCONSTITUCIONAL , LUGAR NENHUM DO MUNDO FAZ ISSO ……..

    11 de junho de 2022 at 10:32
    • Allan Thomazelli Reply

      Se for ver por este prisma, obrigar as pessoas a estudar CW apenas para conseguirem uma promoção também seria inconstuticional…. Porque elas estariam empregando um tempo precioso para aprender uma modalidade a qual não desejam praticar.

      11 de junho de 2022 at 11:23
  • francisley Fernando franco Reply

    Pelo fim do CW ,MINHA CABEÇA E DURA E NAO ENTRA ESSE DIII DA
    EU SEI FAZER ANTENA, SOLDAR CONECTOR IMPROVISAR UMA ESTAÇÃO DE EMERGÊNCIA.

    11 de junho de 2022 at 10:52
  • Icaro Fuchs Reply

    Há que haver consenso, afinal temos que pensar no nosso radioAMADORISMO, vamos profissionalizar e entregar a validação para alguns poucos que tem acesso a equipamentos LoTW? O que é preciso fiscalizar realmente que é o uso adequado das frequências, do palavreado chulo entre caminhoneiros nos 11, sem sequer informar prefixo, pedir licença para interromper conversa já em andamento, e outros abusos mais…como ficam….

    11 de junho de 2022 at 11:16
  • João Eduardo Quadros Reply

    Melhor noticia do ano.

    Parabéns tomara que tenhamos êxito.

    “Jovens não tem interesse em ingressar no hobby, a comunicação pela internet engoliu os argumentos dos que eram contra as mudança.”

    PY4JEQ
    Divinópolis MG

    11 de junho de 2022 at 11:18
  • Josias lemos Reply

    Muito bom, mas os melhores rádios são importados. Temos que ter taixa zero.
    Vamos poder declinar prefixo em 11 metros?
    Py1jlm. Lemos.

    11 de junho de 2022 at 11:47
  • Edimar Reply

    O CW é a origem da comunicação antes da voz e de outras modalidades. Não concordo com a remoção para o exame de acesso. Tanta coisa pra se preocupar e querem tirar o CW! Nosso hobby é progressista e todos deveriam saber o CW. Da uma certa impressão que quem quer ingressar ou se promover tem “medo” do CW.
    O que tem que ser intensificado é fiscalização e prender os bagunceiros que usam o rádio para fazer arruaças nas frequências do nosso serviço…..

    11 de junho de 2022 at 12:14
  • Delaides Antônio da Costa Reply

    A Anatel, antes demais nada, de criar leis difíceis, para aquisição de indicativos, a agência, antes de quem quer for interessado afazer provas; deveriam primeiramente fazer uma investigação da vida pregressa do interessado, pois o que têm de gente que não têm carácter no nosso meio, não é brincadeira…

    11 de junho de 2022 at 12:41
  • Delaides Antônio da Costa Reply

    Com relação ao CW, isso já deveria a muito tempo de ter acabado.CW é ARCAICO, quem gosta, eu respeito; agora pra quem não gosta, também respeito… Vir um Radioamador dizer quec é isso ou aquilo, que não poderia acabar, pelo amor de Deus, respeita as opiniões formadas. Além da exigência do carácter para se adquirir indicativos, teriam que exigir ao menos curso superior em qualquer área, pra se ter um indicativo. O que está faltando, principalmente aos veteranos, ou seja, radiomadores a voltarem a estudar.

    11 de junho de 2022 at 12:50
  • Cido Nun Reply

    Acho que seria interessante estudar a possibilidade de atribuir o segmento de 7,250 KHz a 7.300 KHz tambem aos classe “C” com o uso das modalidades ali autorizadas (AM, SSB, CW, etc). Com isso, vai diminuir a “afobação” dos classe “C” de quererem subir de classe buscando facilidades ou ‘queimando” etapas.

    Penso que o CW poderia continuar, mas como exigência apenas para subir da classe “B” para a classe “A”.

    Se não for para ter o mínimo de compromisso com matérias do radioamadorismo, então que entregue tudo de graça aos candidatos (sem nenhum exame) e salve-se quem puder. Nós nunca tivemos tanta facilidade em todos os setores (admissão e promoção) do radioamadorismo, e vejo hoje um dos piores momentos que o hobby apresenta. Basta ver o que virou nossas faixas, o nível dos assuntos que ali se travam, lógico que temos algumas exceções, poucas mas temos. Dezenas de colegas na escuta (com a propagação aberta) sem o menor ânimo de chamar geral (CQ), só vão no contato seletivo, muitos usando outras tecnologia paralela ao radioamadorismo, sendo assim, logo teremos o deserto completo reinando em nossas bandas.

    11 de junho de 2022 at 13:02
  • Sadi cheregatti Reply

    Desde sempre fui contra a obrigatoriedade de prova de CW para quem quer subir trocar de classe … quem gosta de uma determinada classe deve buscar essa para sua vida, não obrigar as pessoas .. para fazer algo se quer obter outra classe …

    11 de junho de 2022 at 13:21
  • Jorge Marcelo Viçoso Reply

    Boa tarde , eu apoio as mudanças propostas pela Anatel .

    11 de junho de 2022 at 13:22
    • Luiz Sérgio Reply

      Não podemos mais perder a oportunidade para as adequações a evolução tecnológica. Vamos em frente no futuro alguns ajustes. Vamos ver se conseguem publicar as alterações ainda esse ano. Não vai agradar a todos mas não podemos deixar mais do jeito que está.

      11 de junho de 2022 at 17:16
  • Valmir da Silva Vanderley Reply

    Aprovado na minha opinião a alteração de classe já que a classe (c )faz as avaliações necessárias para usar um equipamento transceptor com toda ética,etc.Falou PU7VMV CARPINA-PE.

    11 de junho de 2022 at 13:43
  • JOEL SOUSA Reply

    É bem esperada essa evolução proposta pela Anatel. A minha contribuição na consulta pública será para criar uma categoria especifica para os amantes de CW. Que eles sejam classificados como classe E. E de especial. Se quer ser diferente criar uma classe E pra eles já é suficiente para satisfazer o ego.

    11 de junho de 2022 at 13:48
    • PY3EW Reply

      Tem radio operador que não mantém nem o QRZ atualizado ainda pensa em trocar de classe. Para promoção de classe poderia ate retirar os testes mas o operador no mínimo ter 1000 contatos confirmados em SSB e ter participado de 10 conteste

      15 de junho de 2022 at 22:24
  • INALDO Reply

    Muito boa as propostas principalmente com o término de CW que deixara de ser obrigatorio. 73 PY1IC

    11 de junho de 2022 at 13:59
  • PY8 ML. MURILO ALMEIDA Reply

    Vamos dissecar a palavra? RÁDIO AMADOR…, ora, o amadorismo é o oposto do Profissional, ou seja parte se do princípio que todos buscam experimentar, para criar algo novo. A palavra mais certa ainda para isso deveria ser Radioempreendedor, pois o verdadeiro radioamador testa, altera, busca novos conceitos, novas formas de comunicação (via rádio óbvio) e é um incansável intusiasta. Ora, de onde vcs acham que saíram as gigantes ICON, Kenwood, YAESU?, se não houvesse existido a experimentação do GALENA? Então, o divisor deve ser este: CONHECIMENTO, ÉTICA E PENSAMENTO DE INCLUSÃO (e não exclusão) Elejam critérios corretos, que garantam que o licenciado seja capaz de usar a faixa em prol da humanidade, com respeito. E tiremos os que não atendem a estas regras simples….deixa o CW rolar, demarca as sub-faixas para que seus aficcionados também tenham vez…. E que quer fonia não adentrem estes limites, respeitem , E vice versa. E paremos com esta conversa pequena de Exclusão. Quem gosta de CW gosta e pronto , mas isso não pode ser ponto de desequilíbrio e segregação. Vamos Valorizar critérios mais representativos como ética operacional, participações em ações de interesse público, comunitárias, número mínimo de contatos confirmados via Lotw ( que é um log serio!) conhecimento de CÓDIGO Q, Conhecimento de Legislação ( aprofundada), conhecimento BÁSICO de Radioeletricidade e vamos ser felizes, incluindo sempre e dando oportunidades!

    11 de junho de 2022 at 14:02
  • PU1PHS Reply

    bem deveria acabar com a obrigação de homologação radio aberto e útil em emergências
    e liberar alguma banda de hf que tenha condições de operação melhor em lugares com pouco espaço referente a sinal/ruido

    11 de junho de 2022 at 15:16
  • Reginaldo F.M.Souza Reply

    Olá pessoal, aqui é Reginaldo PU2KVE ,sou a favor da exclusão do CW para promoção de classe .

    11 de junho de 2022 at 17:40
  • José Athair Marques do Amaral Reply

    Infelizmente aqui no Brasil tem Radioamadores que preferem manter o CW obrigatório para manter seu ego e manter guela baixo, e preferir deixar os mais novos fora das bandar e claro deixar a Anatel ceder às bandas não utilizadas para a Iniciativa Privada.
    Para mim tô pouco interessado em outras bandas o qual eu já sou prefixado tenho muito orgulho sou Classe C .
    PU3JAD

    11 de junho de 2022 at 18:50
  • Fabio Reply

    Acredito que mudança é desejo da maioria, mas na minha opinião, a mudança deveria ser opcional e talvez mais simples (Uma prova mais abrangente e focada mais nas modalidades). Uma prova mais focada nas diversas modalidades promoveria a difusão do conhecimento sobre o radioamadorismo.
    O item comprovação de experiência não está descrito, assim a comprovação de experiência pode ser mais difícil do que aprender CW. Tem muito radioamador de apartamento talvez precise comprovar contatos em 80m e aí, como faz? DX de apartamento então, pior ainda, só em 10m, vai poder?

    11 de junho de 2022 at 19:14
  • Eduardo Erlemann Reply

    Lamentável o destaque dado para o fim da exigência do CW para classe B, sendo que existem coisas muito mais relevantes a serem destacadas, como por exemplo a obrigatoriedade da homologação de equipamentos, cabos, antenas, etc. numa estação de rádio AMADOR. Se querem se equiparar com demais países deveriam considerar que as provas para ingresso ao radioamadorismo no Brasil exige um conhecimento totalmente defasado da tecnologia atual, não dá a mínima ênfase a alocação de modos e frequuências destinadas para cada classe, propagação, satélites para radioamadores e outros temas que deveriam ser exigidos nas provas a partir da classe C e aumentando a exigência de conhecimentos para as demais.

    11 de junho de 2022 at 22:15
  • Augusto Pasqualini Reply

    Sou totalmente contra a fim do CW para provas da Anatel!!! Fui classe D nos anos 90, depois virei C. Fiquei 20 anos assim. Nunca subi por não saber CW. Mas nunca reclamei. Pq a culpa era minha que não sabia cw e não da Anatel por cobrar essa matéria na prova. Um dia botei na cabeça que ia aprende CW e assim o fiz. Em 3 meses aprendi, fiz a prova e a pouco mais de 1 ano consegui subir pra B. Passei com folga. É um prazer inenarrável. Aprender uma coisa, sem jeitinho, sem querer burlar as regras… Esse é uma coisa que dignifica qualquer cidadão. Estudo e dedicação. Simples assim. E parem de querer inventar moda. Geração MIMIMI é fogo!

    11 de junho de 2022 at 23:06
  • Jimmy PT9JFM Reply

    Vou ler a proposta da LABRE a respeito das modificações. Não devemos esquecer a essência do que é o radioamadorismo e não desvirtuar este hobby. Que o código Morse nunca caia em desuso por nós e que venham novos colegas!!!

    11 de junho de 2022 at 23:21
    • Assessoria de Comunicação Reply

      Lembre-se que a proposta apresentada no momento não é da LABRE, mas da ANATEL.

      12 de junho de 2022 at 10:10
  • Ricardo Benedito Reply

    Contribuinte: Prof. Dr. Ricardo da Silva Benedito
    Formação: Doutorado
    Indicativo: PY2QB
    Classe: A
    Profissão: Professor e Pesquisador
    Afiliação profissional: Universidade Federal do ABC
    Afiliação de classe: Labre MS

    Item 316
    Art. 304
    Considerações preliminares

    Há uma impressão geral de que a dificuldade de aprendizagem da telegrafia é a principal barreira para que radioamadores classe C migrem para a classe B. A prova acabou criando um filtro considerado severo por muitos radioamadores, de modo que, atualmente 75% dos radioamadores encontram-se na classe C e apenas 25% nas classes B e A, conforme estudo disponível em https://www.labre.org.br/radioamadorismo-no-brasil-versao-2021/. A principal consequência é a baixa ocupação de bandas hoje destinadas às classes B e/ou A. Como essa é a principal queixa daqueles que se encontram na classe C mas se sentem preparados para operar nas bandas nas quais hoje não podem atuar, criou-se a ideia errônea de que a melhor forma de aferir a comprovação de experiência dos candidatos seria através de histórico de contatos fechados, participação em cursos, eventos e similares.

    Há diversos problemas nessa abordagem, a saber:

    1) A comprovação da experiência por meio de logs produzidos e enviados pela parte interessada, mesmo que em plataforma mundialmente aceita, implica na impossibilidade da averiguação de possíveis fraudes combinadas entre os contatantes. Observa-se que, nos concursos de radioamadorismo, há relatos de logs fraudulentos (por exemplo, utilizando-se apoio de receptor remoto – SDR), nos quais contatos considerados impossíveis pelas distâncias envolvidas e ausência de propagação são reportados como válidos pelas partes envolvidas. Tanto é que as organizações dos concursos proíbem expressamente contatos realizados com o auxílio de outras tecnologias além da radiofrequência, como a Internet. Essa informação é conhecida por todos os radioamadores que já participaram de concursos no Brasil e no mundo.

    2) Os modos e bandas de operação permitidos, para efeitos de comprovação de experiência, não foram definidos na minuta. Caso se exija a habilidade em modos específicos, isso pode excluir radioamadores com menor poder aquisitivo para adquirir equipamentos (especialmente nas bandas de HF) e aqueles com restrição de espaço físico para instalação de antenas de grande porte. Além disso, há que se respeitar as preferências operacionais de cada radioamador. Deve-se considerar que muitos radioamadores preferem a modalidade de radioescuta àquela de realizar contatos, o que também deve ser respeitado. Fazendo-se um paralelo com a CNH, não se pode forçar o recém habilitado com licença provisória a comprar um carro e mostrar que sabe realmente dirigir até que receba sua habilitação definitiva, pois ele já demonstrou a sua habilidade em prova aplicada por órgão oficial. Se o motorista preferir andar de ônibus em vez de carro, não perderá o direito a sua carteira definitiva. A única exigência para que ele tenha acesso à licença definitiva é que, caso dirija, não tenha infrações graves ou gravíssimas ou duas ou mais infrações médias cumulativas no período probatório de um ano;

    3) Os tipos de cursos e eventos considerados válidos para comprovação de experiência, bem como as entidades responsáveis, não foram detalhados na minuta. Então não pode ser considerado razoável aprovar esses cursos como comprovação de experiência sem saber da idoneidade e capacidade técnica das instituições ministrantes. Há que se estabelecer, já na minuta, quais serão os cursos e eventos permitidos e as entidades responsáveis por eles, a carga horária mínima necessária para efeito comprobatório e a existência de um radioamador Classe A responsável pela veracidade das informações. Além disso, falta determinar a composição percentual de cada um dos indicadores de comprovação de experiência.

    Diante do cenário apresentado, as soluções mais razoáveis para o problema do baixo povoamento das bandas destinadas às classes B e/ou A e da falta de razoabilidade técnica da utilização da prova de telegrafia como principal filtro para comprovação de habilidade em operar nas bandas almejadas, a despeito de os postulantes apresentarem experiência prática em diversos outros modos além do CW, são as seguintes:

    a) A comprovação de experiência DEVE SER FEITA ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DE PROVA TEÓRICA, coordenada pelo órgão regulador (Anatel), assessorada por um comitê consultivo representativo da classe dos radioamadores. Nas provas de comprovação de experiência, devem ser inseridas questões que meçam a capacidade operacional dos postulantes nos diversos modos e faixas da classe pretendida, seja B ou A. Deve-se exigir conhecimentos sobre temas como: propagação troposférica e ionosférica, ajuste de ondas estacionárias e determinação dos níveis de potência de TX e RX, aterramento, descargas atmosféricas, utilização de amplificadores de potência, eliminação de interferências ativas e passivas, circuitos elétricos, eletromagnetismo, configuração de equipamentos para operação em modos analógicos e digitais. Adicionalmente, deve-se exigir conhecimentos básicos de segurança do trabalho com eletricidade, com instalações elétricas em baixa tensão e no trabalho em altura;

    b) Manter a retirada da exigência da prova prática de transmissão/recepção em código morse para acesso à classe B, mas manter a exigência da prova prática de transmissão/recepção em código Morse para acesso à classe A. O texto da minuta não contempla essa possibilidade por supressão ou erro de grafia. Há que se reconhecer que o CW é de fundamental importância mesmo atualmente, principalmente em operações com baixa potência em situações de emergência e na identificação de estações mundo afora de forma objetiva e em linguagem universal. Dessa forma, garante-se que pelo menos uma pequena parcela dos radioamadores poderão servir de multiplicadores qualificados e certificados para os ensinamentos de telegrafia a outros radioamadores;

    c) Reformular as apostilas oficiais da Anatel, tirando delas o caráter de simulado e transformando-as em manual de orientação regulatória e técnica, com referencial bibliográfico adequado. As apostilas atuais contêm diversos erros e não são atualizadas desde 2006. Para a preparação do material, recomenda-se a constituição de um comitê formado por técnicos em regulação da Anatel, associações de radioamadores, universidades, escolas e entidades da sociedade civil interessadas no ensino do radioamadorismo. Esse comitê também ficaria encarregado de coordenar cursos online e/ou presenciais por entidades certificadas pela Anatel, como a Labre, universidades e institutos federais, escolas técnicas, Forças Armadas, etc.

    d) Reformular as provas de todas as matérias, pois as provas atuais são réplicas das apostilas. Muitos radioamadores afirmam que decoraram as respostas para conseguirem passar nas provas. Percebe-se, na prática, que muitos radioamadores desconhecem o Regulamento do Serviço de Radioamador e não praticam o serviço de forma ética, o que é um reflexo direto da incapacidade das provas atuais em selecionar adequadamente os novos postulantes a radioamadores. Essas provas poderiam, por exemplo, ser preparadas pelo mesmo comitê citado anteriormente semestralmente ou anualmente.

    Caso as contribuições aqui expostas sejam aceitas na íntegra, a nova redação sugerida da minuta é a seguinte:

    Item 316

    Art. 304.
    Item 316

    Art. 304. O COER será concedido aos aprovados em testes de avaliação, segundo as seguintes classes:

    III – Classe “A”, aos radioamadores Classe “B”, decorrido um ano da data de expedição do COER classe “B”, e aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional, Legislação de Telecomunicações, Conhecimentos Técnicos de Eletrônica e Eletricidade e Transmissão e Comprovação de Experiência.

    III – Classe “A”, aos radioamadores Classe “B”, decorrido um ano da data de expedição do COER classe “B”, e aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional, Legislação de Telecomunicações, Conhecimentos Técnicos de Eletrônica e Eletricidade, e Transmissão e Recepção em Código Morse e Comprovação de Experiência.

    Item 317
    Art. 305. A Comprovação de Experiência consiste na avaliação de engajamento do radioamador com os aspectos relativos à execução do serviço, visando fomentar o radioamadorismo, estimular a participação do radioamador e desenvolver as habilidades inerentes à exploração do Serviço Radioamador, divididos nas seguintes categorias:
    I – Participação em eventos ou cursos relacionados ao radioamadorismo; e
    II – Comprovação de comunicados realizados nos diversos modos de operação e bandas disponíveis.
    § 1º A comprovação de comunicados realizados será atestada pelo registro da assinatura eletrônica do operador e de sua contraparte em ferramenta com certificação digital amplamente reconhecida mundialmente pela classe radioamadorística.
    § 2º A Anatel reconhecerá como comprovação dos registros confirmados o relatório do Logbook of The World (LoTW) ou outra ferramenta que possua essas características e que venha a ser reconhecida e aceita mundialmente pelos radioamadores nos concursos internacionais oficiais.

    Item 317

    Art. 305. A Comprovação de Experiência consiste na avaliação de engajamento do radioamador com os aspectos relativos à execução do serviço, visando fomentar o radioamadorismo, estimular a participação do radioamador e desenvolver as habilidades inerentes à exploração do Serviço Radioamador, divididos nas seguintes categorias, sendo possível ao postulante à promoção de classe optar por uma das duas opções de comprovação de experiência:

    I – Participação em cursos e eventos relacionados ao radioamadorismo, sob responsabilidade de entidades certificadas pela Anatel
    § 1º As entidades elegíveis para certificação da Anatel são a Labre (Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão), Universidades e Institutos Federais, Escolas Técnicas Federais, Ministério das Comunicações, Ministério da Defesa e Defesa Civil, nos âmbitos Estadual ou Federal.
    § 2º Nas referidas entidades deverá haver ao menos 1 (um) radioamador Classe A com vínculo institucional responsável pelos eventos e cursos ministrados e pela veracidade constante dos certificados de participação.
    § 3º. Os certificados emitidos deverão expressar claramente a qual classe se destinam os conhecimentos adquiridos, a carga horária e o radioamador Classe A responsável pelas informações prestadas.
    § 4º No caso de concursos promovidos pelas referidas entidades, a duração do evento, as bandas, modos e distâncias trabalhados e o radioamador Classe A responsável pelas informações prestadas deverão constar no certificado.
    § 5º A carga horária acumulada mínima necessária, para efeito comprobatório de experiência para progressão à classe almejada, é de 48 h para a Classe B e de 96 h para a Classe A.

    II – Realização de prova teórica preparada e aplicada pela Anatel, assessorada por instituições por ela certificadas
    § 1º As entidades elegíveis para assessoramento da Anatel são a Labre (Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão), Universidades e Institutos Federais, Escolas Técnicas Federais, Ministério das Comunicações, Ministério da Defesa e Defesa Civil, nos âmbitos Estadual ou Federal.
    § 2º Nas referidas entidades deverá haver ao menos 1 (um) radioamador Classe A com vínculo institucional na composição do comitê de assessoramento.
    § 3º O comitê de assessoramento, a ser coordenado e definido pela Anatel, terá a função de manter atualizado o material didático de referência para estudo disponibilizado aos radioamadores, bem como assessorar a Anatel na elaboração e aplicação das provas das diferentes matérias.

    Item 343
    Art. 332.
    Considerações preliminares
    Muitas estações repetidoras encontram-se licenciadas mas fora de operação, gerando uma situação em que a frequência fica destinada de forma exclusiva a uma entidade sem capacidade de gestão até o vencimento da licença. Neste caso, não é possível uma outra entidade melhor capacitada assumir o serviço. No Estado de São Paulo, onde há maior concentração de radioamadores (1/4 do total – cerca de 10.000 ), não há mais licenças de repetidoras disponíveis em VHF (2m) e UHF (70 cm), conforme atestam diversos postulantes a mantenedores.
    Diante dessa distorção bastante injusta, recomenda-se estabelecer um prazo de validade de no máximo 3 ANOS para a licença de estações repetidoras do Tipo 4 ou do Tipo 5, com possibilidade de renovação com até 90 dias de antecedência. Antes de a Anatel conceder a renovação da licença, poderia averiguar se não há reclamações, em suas plataformas, por parte dos usuários do serviço, garantido o direito à ampla defesa da entidade licenciada.
    No Estado de São Paulo especificamente, vem sendo adotado um critério no qual a atribuição de frequência para estações repetidoras deve observar a inexistência de outra repetidora de mesma frequência num raio de 200 km. Portanto, se uma dada repetidora se encontra licenciada, mas fora de operação, se está restringindo o uso daquela frequência num raio de 200 km por qualquer outra entidade participante do serviço. Essa prática não parece ter fundamento legal, posto que uma estação repetidora não é uma estação como qualquer outra. Ao detentor da licença da estação repetidora foi concedido o direito exclusivo de explorar um serviço de uso público destinado aos demais radioamadores que não está sendo executado quando a estação está fora do ar. Um tempo de 3 anos para regularização de pendências de ordem técnica é mais do que suficiente. Caso contrário, a licença deve ser cancelada e a frequência atribuída a novos postulantes.

    Dessa forma, sugere-se acrescentar os seguintes parágrafos no Item 343 Art.332:
    § 3º As licenças de estações repetidoras do Tipo 4 e do Tipo 5 terão validade de 3 anos, podendo ser renovadas com até 90 dias do vencimento da licença;
    § 4º A Anatel levará em conta, na renovação das licenças das estações repetidoras do Tipo 4 e do Tipo 5, a satisfação dos usuários, por meio de suas plataformas, com o serviço público prestado pela entidade detentora da licença, garantido o direito à ampla defesa.

    12 de junho de 2022 at 01:35
    • Edevarde Jr Reply

      Concordo plenamente com o sr, e vejo essas novas mudanças como sendo influenciadas pela LABRE, para garantir seus caprichos e mimos junto a esse órgão. Eu sou um classe C que espera mudanças concretas, e não uma série de cláusulas que divida ainda mais o Radioamadorismo, se essa medida for adiante não vou me esforçar e muito menos gastar dinheiro com equipamentos e outras, fico na classe que sou subjulgado como inferior e na faixa do cidadão. A LABRE ea ANATEL agem de forma crítica, preconceituosa e até omissa com os demais radioamadores da classe C e Faixa do Cidadão.

      14 de junho de 2022 at 17:35
  • Ricardo Benedito PY2QB Reply

    Se vocês só desabafarem aqui nos comentários, não vai adiantar nada. Vocês têm que se manifestar na própria consulta pública. Caso contrário, sua opinião não será sequer lida pelos reguladores da Anatel. Cliquem no link ao final da reportagem, façam o login com o MeuGov.br, leiam a minuta, anotem o número do item com o qual desejam contribuir, clique em contribuir, cliquem em cima do número do item, rolem o mouse para baixo, digite a nova redação sugerida para o item e adicionem a justificativa. Se não for dessa forma, não adiante espernear depois.

    Se não contribuirem, vai ficar como está na minuta. Se contribuirem, também não é garantia de que vão mudar, mas pelo menos há uma chance.

    Quase a totalidade dos posts aqui comemorou ou refutou a saída da prova de CW. Vocês têm que sair dessa cortina de fumaça e ver que há outras questões muito mais importantes em jogo. Por exemplo, repetidoras fora do ar há anos cuja licença está guardada em uma gaveta e ninguém pode fazer nada. É preciso diminuir a validade das licenças. Não cuidou, entrega para outro cuidar da frequência. Outro ponto: as comprovações via LOTW serão semelhantes a algumas verificadas em alguns contestes nacionais e internacionais: para inglês ver. Com o nível de ruído que se vê nas grandes cidades, muitos só conseguem fechar contato usando SDR como apoio. Quem irá ministrar esses cursos? Qualquer Zé da Esquina, sem formação em radioamadorismo? Qual a carga horária que será considerada como válida? Quais modos serão aceitos? Será necessário comprar um radião HF e uma antena para 80 m? Não pode ficar só na escuta, é obrigado a falar no rádio? Se você tira CNH é obrigado a dirigir? É obrigado a dirigir em todo tipo de via, não pode escolher dirigir só em vias lentas ou só na estrada? Enfim, trago essa reflexão para que vocês parem de se degladiar e pensem em como melhorar a proposta, pois ela está prestes a passar na íntegra se não fizermos algo.

    12 de junho de 2022 at 02:52
    • Antonio Reply

      Bom dia,

      Já passando sem o CW tá ótimo.

      24 de junho de 2022 at 08:26
  • Fabio L Reply

    Sinceramente, querer que tenha comprovação de contato para promoção de classe!!! Esquecem que existe uma grande maioria de radioamadores que são experimentadores, técnicos, etc… Radioamador é muito mais que falar, fazer, ou participar existe muitos universos dentro do radioamadorismo, precisa sim é só acabar com o cw do resto está tudo certo. Temos é que promover o radiamadorismo a povoar todas as bandas, desburocratizar ‼️‼️‼️

    12 de junho de 2022 at 04:44
    • Assessoria de Comunicação Reply

      A comprovação de experiência por meio de contatos via LoTW é UMA das formas de comprovação! Não a única. Leia o texto.

      12 de junho de 2022 at 10:12
  • Flavio Reply

    Finalmente o CW se tornará uma modalidade como outra qualquer.
    Discordo da participação no Low-tow, nada tem a ver com o Brasil, que seja então um conteste Brasileiro algo que enalteça o nosso país sejamos patriotas gente, não vamos copiar coisas dos outros. Não precisamos ficar criando dificuldades absurdas se há Legislação, Etica Operacional, Eletrônica e Modos Digitais para serem exploradas nas provas…..para que ficar inventando modas?

    12 de junho de 2022 at 09:45
  • Wagner Brandão Reply

    Se passar, creio que agora haverá maior ocupação das faixas.
    Parabéns.

    12 de junho de 2022 at 10:45
  • Alexandre Reply

    Com o fim do cw todos poderão ter acesso as outras classes isso será bem vindo.

    12 de junho de 2022 at 11:10
  • Alexandre Reply

    Aleluia assim entrará mais pessoas adeptas ao radioamadorismo, não vejo isso como ruim.

    12 de junho de 2022 at 11:12
  • Sérgio Lôbo Reply

    Isso já era pra ter sido feito há muito tempo. O radioamadorismo está perdendo adebtos, muitos já morreram e a renovação tone-se quase impossível por causa da exigência do CW.
    Apoio totalmente essa mudança.
    Sérgio Lôbo – PU7 SLL

    12 de junho de 2022 at 12:52
  • Gustavo Reply

    Está de parabéns a LABRE pela grande iniciativa,se anda para frente👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

    12 de junho de 2022 at 16:18
  • Edelcio Galhardo Reply

    Em time que esta ganhando, não se mexe

    12 de junho de 2022 at 20:23
    • Marcelo Jose Ribeiro Reply

      Progredir sempre ,bela iniciativa

      13 de junho de 2022 at 10:38
  • jose trijillio Reply

    Toda mudança desde que seja pra melhorar e adaptar a uma modernidade será bem aceita sim ,espero que coisas boas e justas sejam feitas ok ,

    12 de junho de 2022 at 20:47
  • FREDERICO JARA GONZALEZ Reply

    Sou a favor do dom da extinção do cw para as provas para CLASSE b é a melhor maneira de salvar o RÁDIO amadorismo Brasileiro. Pois as faixas de HF estão praticamente fazias por conta disso

    12 de junho de 2022 at 23:24
  • Jeronimo Pacheco da Silva Reply

    Concordo sim com as propostas ora pautadas, `creio que com essas mudanças teremos mais colegas nas faixas pois com desobrigação da modalidade vai animar muita gente , a telegrafia Ficara sim no meio do radioamadorismo pois marcou época

    13 de junho de 2022 at 09:17
  • Flavio PY1AFA Reply

    Concordo com o fim do teste de telegrafia. Facilitar o repovoamento das faixas é fundamental para a manutenção e da perpetuação da classe de Rádio Amadores.

    13 de junho de 2022 at 18:28
  • Ruben PU1XTB Reply

    Parabéns pela desobrigação do cw para provas. Sugiro a aceitação dos Logs do site QRZ, muitíssimo usado no Brasil e no mundo.

    13 de junho de 2022 at 20:16
  • Cezar Augusto Bopp PY3RS Reply

    Opinião é opinião. Cada um coloca a sua. RADIOAMADOR! Sim AMADOR, mas para que tanta exigência para ser um RADIOAMADOR, ou diríamos, AMANTE do Rádio. Parece-me que somos um tanto evoluídos, pois exigir-se que uma pessoa preste um VESTIBULAR para poder operar uma estação de rádio. Qual benefício nos traz esse método de avaliação para quem quer ser AMADOR. Como bem colocou um colega, Ficar resmungando não resolve, é necessário OPINAR. Hoje existem alguns milhares de licenciados no Brasil. Aí você vê apenas uns 600 radioamadores participando de contestes. Você ouve quantos radioamadores participando de rodadas? Se somar todas as bandas, não chega a 1000. Onde estão os outros? Quantos radioamadores brasileiros você ouve na banda de 20 metros, exclusiva para classe Ĩ? Não se pode exigir muito conhecimento de quem quer ser amador, senão amanhã vão nos exigir Diploma de curso superior e que sejamos registrados no CREA. Para encerrar, CW é um modo de contato, se for assim deveria haver uma prova de português para quem for fazer fonia, para saber se o pretendente ao COER sabe se expressar num português correto.

    14 de junho de 2022 at 09:33
  • Hélio Marcelino Reply

    Bom dia a todos
    Endosso totalmente a todas observações e apontamentos realizado pelos amigos.
    Todavia, gostaria que, se possível, o pessoal da Anatel informasse, o porque da grande dificuldade que tem, em conseguir alguma coisa junto a esse Órgão. Já faz quatro (4) anos que estou tentando transferir meu indicativo de Goiás (PP2-HM) para Minas Gerais, haja visto que estou residindo aqui agora.
    Já tentei de tudo, já enviei documentos por várias vezes, mas nada… nenhuma resposta.
    Assim sendo e aproveitando aqui a “brecha”, ficaria muito feliz se alguém desse Órgão pudesse me retornar.

    14 de junho de 2022 at 11:38
  • Antonio Carlos Arruda Reply

    Já estava mais do que na hora desta decisão ser tomada. Não faz mais o menor sentido exigir conhecimento de CW para ascensão de classe. Os novos critérios parecem ser muito mais sensatos e racionais.

    14 de junho de 2022 at 14:28
  • Eliamilton Oliveira Garcia Reply

    Concordo plenamente com o fim da obrigatoriedade da telegrafia fica a critério e gosto do radioamador se quer aprender ou não também acho que radioamadores ativos por 10 ou 20 anos clace c que tenham promoção por tempo para B se são ativos por tanto tempo é porque gostam

    15 de junho de 2022 at 06:31
  • Selandrino Fraga Reply

    Bom dia a todos, Acrsdito que toda a mudança é válida, nas vejo dificuldades para os classe C, se esta nova legislação for aprovada. Começando pelo fato de que os classe C deveram dominar a informatica bem como o uso das plataformas da internete. Para não dizer do custo dos equipamentos de HF é meio alto. Outro fator que vejo como barreira nesta situação é a questão de potência do rádio, um classe C pode operar no maximo com 100 w, para um radio mador que mora em um local previlhejado até não haveria problema, acredito eu, mas devido ao diversos relevos de terreno do nosso Brasil, isso dificultaria bastante fazer DX com 100w. Concluo com isso que além da retirada do CW, deveriam pensar em possibilidade de aumentar a potência da classe C.

    15 de junho de 2022 at 09:06
  • Artur Teixeira Reply

    Gosto muito do CW, as acho que a mudança da exigência vai flexibilizar a migração de classe.
    O que não esta bem detalhado no texto é a quantidade de contatos e eventos nesse ponto eu tenho uma sugestão que até beneficiaria o uso do CW.

    Minha contribuição:
    Criar um sistema de pontuação para a promoção de classe como XP (xperience points) assim para o radioamador classe C migrar para a classe B ou A ele precisa atingir uma pontuação ( Ex: 1500 pontos para B 3000 para a A)
    Cada contato, evento, concurso e operação nos diversos modo marcam pontos e segue uma tabela. 
    – Evento – 50pts (sem limite)
    – Concursos (Contestes) – 50pts (sem limite)
    – Contato confirmado em fonia – 5pts (até no máximo 500pts)
    – Contatos registrados em CW – 10pts (até no máximo 1000pts)
    – Contatos em modos digitais – 5pts (até no máximo 1000pts)

    15 de junho de 2022 at 16:14
  • Wanderson Teixeira Simões Reply

    Concordo cinco a extinção do exames de telegrafia, seguindo as normas internacionais, sendo que a promoção de classe, por tempo e quantidade de contatos realizados e comprovados.

    15 de junho de 2022 at 22:04
  • Wanderson Teixeira Simões Reply

    Concordo com a extinção do exames de telegrafia, seguindo as normas internacionais, sendo que a promoção de classe, por tempo e quantidade de contatos realizados e comprovados.

    15 de junho de 2022 at 22:04
  • Helton Uchôa Reply

    Muito bom, admiro muito o cw mas não tenho mais paciência nem tempo para aprender, com a devida mudança deixarei de ser um mero ouvinte para fazer parte das rodadas onde hoje não posso participar, que seja bem vinda!

    16 de junho de 2022 at 13:05
  • marcio da silva motta Reply

    Vou deixar a espreção PERFEITO para o py3cc , mas é o que é….

    17 de junho de 2022 at 13:50
  • Alcyr Ricardo de Barros Cordeiro Reply

    Concordo plenamente com o fim da exigência da prova de CW, mas com relação a comprovação de contatos realizados, também sou contra. Pois eu como radioamador classe C, que não tenho pretensão alguma de realizar DX obrigatório, gostaria apenas de poder trocar uma ideia ou um conhecimento por exemplo na faixa de 40m, como ficaria?

    17 de junho de 2022 at 15:37
  • Kurt Reply

    Poderiam aproveitar estas novas regras para eliminar 100% os impostos de importacao para compra de equipamentos de radioamadorismo. Isso sim esta caindo de maduro.

    17 de junho de 2022 at 21:35
  • Celso pizzutti Reply

    Tambem sou a favor que deveria cair prova de cw so deveria interessar a quem.gosta dessa modalidade

    19 de junho de 2022 at 11:50
  • Marcos Vicente Furian Reply

    Era interessante desburocratizar a parte de registro no mosaico e unificando as licenças. O radioamador tem obrigação de conhecer a legislação e o básico de eletricidade, antena e cw.

    20 de junho de 2022 at 16:40
  • Daniel Almeida Reply

    Sou a favor de manter a telegrafia, mas para promoção classe A que pela logica seria o correto. Atualizar a prova de radio eletrecidade e ainda colocar a quantidade de qso nos logs comprovados.

    21 de junho de 2022 at 22:25
  • INALDO COSTA Reply

    Só se fala em CW, mais tem uma proposta muito boa que é: a permissão expressa para que radioamadores classes A e B possam modificar seus equipamentos, desde que não ultrapassem os limites preestabelecidos, cabendo, neste caso, a homologação obrigatória, Vamos apoiar. 73 PY1IC

    23 de junho de 2022 at 17:58
  • Leonardo - PU1LPC Reply

    Quantos dos senhores que aqui se expressaram por aqui, foram realmente no site da consulta e fizeram uma contribuição? Não basta comentar aqui e depois, se uma única pessoa for lá e contribuir como já vi aí em cima, dizendo que o CW não pode sair de requisito para obtenção da classe A, já era, a Anatel pode voltar a incluir de volta o CW e a gente chora as pitangas até a próxima consulta.
    É tão simples de contribuir, basta copiar o texto da proposta, riscar ou apagar a parte da comprovação da experiência e fundamentar na justificativa o porque você não quer aquele trecho específico.
    Eu sou um dos eternos classe C que nunca iria se tornar classe A ou B, porque simplesmente não gosto e nem quero aprender CW, embora eu seja técnico de telecomunicações com ampla experiência de mais de 20 anos em transmissão, isso não me credencia a classes mais altas, justamente por causa de um modo de operação.
    Eu já dei minha contribuição e você? Vai esperar a consulta acabar e depois vai vir nos comentários reclamar?
    A consulta acaba dia 08/08/2022 as 23:59:00, ainda dá tempo de contribuir.

    25 de junho de 2022 at 15:30

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